Nina Mensageirado chão, com carinho

Uma carta de verdade, todo mês, com o nome da criança no envelope e na primeira linha.

Quem escreve é a Nina, uma arara-azul mensageira que tem medo de altura. Por isso viaja a pé — e por isso a carta chega pelo correio, com um selo pra colar no mapa.

Carta de estreia com o mapa. Depois, R$ 34,90 por mês, por criança. Cancela quando quiser.

Correspondente oficial · ARC-0384
Nina
Mensageira
· 2026 ·
Selo do mêsNina
Para Sofia
a/c Ana Andrade
Rua das Palmeiras, 123 — apto 402
Rio de Janeiro
via aérea via chão

O que chega no envelope

a carta

Dois minutos de leitura em voz alta

Um papel de carta ilustrado, escrito pra idade da criança. Com uma piada que só o adulto pega — pra quem lê também querer o próximo mês.

o selo

Um adesivo do guardião do mês

O guardião no cenário daquela viagem, pra colar no mapa. Quem entra em qualquer mês pega o selo daquele mês — o mapa vai se completando ao longo do ano.

o mapa

Vem na carta de estreia

Os lugares onde a Nina já pisou, com o espaço de cada selo marcado — e o distintivo de correspondente da criança, com o número dela, pra colar no centro. Fica na parede ou na gaveta — a criança decide.

Uma carta, por dentro

Escrita pra criança. Lida pelo adulto.

Toda carta tem quatro coisas de propósito. Estão marcadas no exemplo ao lado — e o exemplo muda com o que você digitou lá em cima.

  • Uma coisa que é só dela. O responsável conta no cadastro; a Nina menciona. Sem isso, seria carta de qualquer criança.
  • Uma piada que passa por cima da criança. É o que segura quem lê em voz alta no quarto mês.
  • Um fato de verdade. Curto, do folclore ou da natureza. Dá pro adulto uma razão além da fofura.
  • Um convite pra brincar. Transforma dois minutos de leitura em vinte de brincadeira.
Primeira volta · carta de estreia
Alô, alô, Sofia!

Aqui é a Nina. Sim, a arara. Não, eu não voei até aí — tenho arrepio de pena só de olhar pra cima. Vim a pé, de barco e de carona na carroceria de um caminhão de laranjas, e foi por isso que esta carta demorou uns dias a mais. Eram muitos passos. Contei quarenta e dois mil e trezentos e parei, porque a mala pesa e alguém tinha que reclamar.

Explico o que eu faço. Os guardiões deste país — o Curupira, a Iara, o Saci e mais uns tantos — não podem sair de onde vivem, e mesmo assim se escrevem o tempo todo. Alguém precisa levar. Todo mensageiro antes de mim voava — e desistiu na primeira mata fechada. Eu não voo. Aceitei o serviço. Este é o meu primeiro ano na rota, a minha primeira volta, e a tarefa é descobrir onde cada um deles vive e marcar no mapa. Se eu fechar o mapa, ganho o passaporte de mensageira. Eu quero muito esse passaporte, e não gosto de admitir que quero coisas.

E é aqui que você entra: você agora é correspondente oficial, com número e tudo — está no cantinho desta carta. Eu te escrevo de cada lugar onde pisar, e leio tudo que você mandar de volta. Devagar, porque leio com um olho de cada vez, mas leio.

Fiquei sabendo que você adora dinossauros. Anotei e guardei na mala, junto com as cartas e com uma pedra que achei bonita e agora não sei mais por quê. Mensageira precisa saber dessas coisas: se eu cruzar com isso pelo caminho — e olha que eu cruzo com cada coisa — vou lembrar de você.

Vou te confessar uma coisa. Esta é a primeira carta que escrevo pra alguém que não conheço, sem saber se vai ter resposta. Fiquei com a pena parada em cima do papel um tempão. Mandei mesmo assim. Arara-azul escolhe um par pra vida inteira, você sabia? Uma vez e pronto. Pois é. Eu escolhi te escrever.

Junto vai o mapa dos lugares onde já pisei — por enquanto, poucos — e o seu distintivo de correspondente. O mapa explica onde cada coisa vai; os guardiões chegam a partir da próxima carta.

Me conta uma coisa: o que tem de azul aí na sua casa? Procura com calma. Eu espero, que pressa é coisa de quem voa.

Do chão, com carinho — Nina

Quem é a Nina

Uma mensageira com medo de altura.

Não voa. Tem medo de altura e nunca vai superar. Ninguém precisa consertar isso. É por causa disso que ela anda, pega barco, pede carona — e conta a distância em passos.

Carrega uma mala. Dentro vão as cartas e o que cada guardião dá pra ela levar. A mala pesa. Ela reclama em todas as cartas.

Não é babá. Não manda escovar dente nem comer tudo. É colega de correspondência: conta o que viu, pergunta o que a criança anda fazendo, e vai embora.

“Meu nome é Nina, mas o Curupira me chama de Zuzu, por causa do azul.”

A rota da Nina

Doze guardiões. Um por mês. Nunca mudam.

A carta de estreia é sempre a da própria Nina, se apresentando, e ocupa o mês em que você assina. No mês seguinte a criança entra na rota — quem assina em fevereiro conhece o Coelho em março; quem assina em novembro começa pelo Papai Noel.

JanIara
FevSaci
MarCoelho da Páscoa
AbrCurupira
MaiCaipora
JunBumba-meu-boi
JulBoitatá
AgoA própria Nina
SetVitória-Régia
OutUirapuru
NovNegrinho do Pastoreio
DezPapai Noel

Preço por criança

Começa por R$ 9,90. Sem fidelidade.

Quantas crianças? Mais de cinco? Chama no WhatsApp que a gente monta.

Mensal

R$ 9,90 hoje

Estreia com o mapa, pra cada criança. A partir do mês que vem, R$ 34,90 por mês. Cancela quando quiser, pelo link que vai no e-mail.

Começar por R$ 9,90

Anual

R$ 349 por ano

Doze cartas por criança, dois meses grátis. A estreia com o mapa já vem dentro.

Assinar o ano
Irmãos na mesma casa: a segunda criança paga R$ 29,90 por mês, da terceira em diante R$ 19,90. Cada uma recebe a própria carta, com o próprio nome e a própria estreia.

Pra avós, tios e madrinhas

Você paga. A carta chega na casa da criança.

No pagamento, coloque o endereço de quem recebe e o WhatsApp de quem cuida dela — a gente combina o resto por lá. A primeira carta explica quem é a Nina. Ninguém precisa preparar nada.

Perguntas

Pra que idade?

De 4 a 12 anos. A mesma história é escrita em três versões — pequenos, médios e grandes — e a versão muda sozinha conforme a criança cresce.

Quando chega?

Uma carta por mês, pelo correio comum. Depois da postagem, leva alguns dias — a Nina não voa. Quatro dias depois a gente pergunta no WhatsApp se chegou.

E se não chegar?

A gente reenvia, sem custo. É só responder a mensagem do WhatsApp.

Como a Nina sabe das coisas da criança?

Logo depois do pagamento, você preenche uma ficha rápida de cada criança — nome, nascimento, o que ela adora, um bicho, um medo, uma conquista. Já entra na carta de estreia. Depois, no WhatsApp, quando quiser: o bicho de estimação, o que ela aprendeu, a festa que teve. A Nina menciona na carta seguinte. Não pedimos, e não usamos, nada de saúde ou situações delicadas.

A criança pode responder pra Nina?

Pode — e é o melhor que pode acontecer. O endereço da Nina é uma caixa postal e vai impresso no envelope, então a criança pode responder pelo correio de verdade. Se preferir não gastar selo, tira uma foto da carta dela, manda pelo WhatsApp e diz pra ela que a carta foi enviada. Nos dois casos, a Nina responde na carta seguinte.

O que vocês fazem com os dados?

Só o necessário pra escrever e endereçar a carta: o nome, a data de nascimento e o que você contar. Toda carta passa por revisão humana antes de sair. Pediu pra apagar, apagamos — e os detalhes estão na política de privacidade.

Posso cancelar?

A qualquer momento, em Minha assinatura: você entra com o e-mail da compra, cancela ou troca o cartão. As cartas que já foram enviadas ficam com a criança.

Quantas crianças?

Mais de cinco? Chama no WhatsApp que a gente monta.